No começo de 2008 eu tava em um ponto crucial minha vida, tentando me acostumar com o turbilhão de mudanças que tinha ocorrido na minha vida. Foi aí que precisei de um algo mais e comecei a buscar um lado espiritual, místico, esóterico, whatever. Brincava com os meus amigos que tava apelando até pro Saci Pererê.
Enfim, após conhecer superficialmente várias “doutrinas” (vamos generalizá-las assim, pra simplificar), algumas das quais eu já tinha contato, acabei me identificando mais com o feng shui e com a astrologia e me aprofundei melhor em cada uma delas. Para os crédulos, o feng shui até pode fazer algum sentido, levando-se em conta a física quântica, campos energéticos e magnéticos, etc. Já a astrologia é que é um troço brabo de acreditar, não é mesmo? Estrelinhas piscantes a trocilhões de anos-luz de distância vão influenciar minha vida e meu comportamento? Que babaquice!
Então, para responder aos meus amigos queridos que no fundo me acham um tolinho por acompanhar diariamente meus posicionamentos astrológicos, criei uma pequena metáfora bonita e colorida pra toooooodo mundo entender como é que funciona.

